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Metodologia DSP

Sobreviver ao caos digital precisa ser testável.

A Digital Survival Pyramid® transforma BIA, BCP, DRP, normas, métricas e testes em um sistema vivo de resiliência digital. Não é mais um documento. É uma forma de provar que a organização consegue continuar, responder e recuperar.

BIAImpactos, dependências, MTD e prioridades reais.
BCPContinuidade tática, comunicação e alternativas operacionais.
DRPRecuperação técnica, restore, failover, RTO, RPO e MTTR.
BIAEstratégico
BCPTático
DRPOperacional
Resilience Score0-100Maturidade que pode ser medida, comunicada e melhorada.

O problema não é falta de norma. É falta de sobrevivência real.

Organizações maduras possuem políticas, controles, ferramentas, auditorias e planos. Ainda assim, muitas descobrem tarde demais que o plano não foi testado, o backup não restaurou no tempo necessário, a comunicação falhou e as dependências críticas nunca tinham sido mapeadas.

01

Compliance de papel

Normas e documentos são importantes, mas não recuperam sistemas sozinhos. O DSP transforma orientação normativa em evidência operacional.

02

Planos sem pressão

Um DRP que nunca foi testado é uma hipótese. O DSP coloca restores, comunicação, escalonamento e tempos reais sob verificação prática.

03

Ferramentas isoladas

Backup, segurança, infraestrutura e continuidade precisam conversar. O DSP conecta ferramentas, processos, pessoas, dependências e decisão executiva.

O diferencial na consultoria

O DSP muda o foco: de checklist para capacidade.

Em consultoria, o DSP não se limita a verificar se controles existem. Ele conecta inventário, dependências, impacto, continuidade, recuperação, testes e plano de ação. O resultado é uma visão executiva e operacional da resiliência.

Mapeia ativos, serviços críticos e dependências ocultas que podem interromper a operação.
Converte BIA em decisões práticas: MTD, impacto por hora, criticidade e prioridade de recuperação.
Conecta BCP e DRP para que continuidade de negócio e recuperação técnica não fiquem desconectadas.
Avalia backup como capacidade de restore, não apenas como rotina executada.
Gera Resilience Score atual, evolução possível e visão projetada após melhorias.
Transforma achados em plano de ação objetivo, com responsáveis, evidências, próximos passos e ciclo de melhoria.
Capa frente do livro
Capa verso do livro
Livro oficial

Pirâmide da Sobrevivência Digital.

O livro apresenta a lógica, a estrutura e a aplicação prática do DSP. Ele parte da era da complexidade digital, passa pela virada da teoria para a prática e chega ao uso de BIA, BCP, DRP, Resilience Score, testes, governança e conformidade natural.

A pirâmide funciona como um sistema vivo.

B

BIA

Identifica o que realmente importa, quanto custa parar, quais dependências sustentam a operação e qual é o limite antes do colapso.

C

BCP

Define como a organização continua funcionando, quem decide, como comunicar, quais alternativas ativar e como adaptar a resposta em crise.

D

DRP

Operacionaliza a recuperação técnica, com restore, failover, dados íntegros, prioridade de ambientes e retorno seguro à operação.

Resilience Score = (Antecipação x Resposta x Recuperação) / Tempo

A métrica traduz a capacidade de sobrevivência digital em uma linguagem que executivos, tecnologia, segurança, compliance e operação conseguem discutir juntos.