Uma metodologia para transformar normas em capacidade real.
A Digital Survival Pyramid® integra estratégia, continuidade e recuperação técnica em um processo vivo, mensurável e orientado por testes.
A pirâmide.
O DSP organiza a resiliência digital em três camadas interdependentes. O BIA identifica impactos e prioridades. O BCP define continuidade e tomada de decisão. O DRP operacionaliza a recuperação técnica. A força do método está na retroalimentação contínua entre essas camadas.
BIA, estratégico
Mapeia processos críticos, impactos por tempo, dependências, MTD, prioridades e tolerância real à interrupção.
BCP, tático
Define estratégias de continuidade, comunicação, papéis, escalonamento, alternativas operacionais e adaptação em tempo real.
DRP, operacional
Define como recuperar ambientes, dados, aplicações e infraestrutura, com RTO, RPO, MTTR e testes de restauração.
Por que ele é diferente.
Não começa pela ferramenta
Começa pelo impacto do negócio e chega às tecnologias necessárias para sobreviver, recuperar e provar capacidade.
Não termina no relatório
O relatório é apenas uma fotografia. O DSP cria ciclo de atualização, teste, ajuste e nova medição.
Não trata backup como certeza
Backup é considerado válido quando a restauração foi testada, o tempo foi medido e o dado voltou íntegro.
Não força compliance
Quando as evidências, responsabilidades, testes e controles existem, a conformidade passa a surgir como consequência.